Antônio da Costa Santos

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Dark-Art-Grim Reaper 01DesktopNexus.jpg Antônio da Costa Santos já morreu!

Já estava na hora...

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Estatua da liberdade Russia.jpg Atenção, camarada:

Este artigo é comunista, portanto, come criancinhas. Ele pode ser marxista,
leninista, as duas coisas stalinista, metido a Che quer vara ou oportunista.
Se você alienar a marcha revolucionária, levará uma picaretada.


Bandeira do Estado de São Paulo.svg.jpg Salve, truta! Este artigo é paulista: não gosta de gaúcho nem de carioca e se acha um puta trabalhador, né, meu! E não tá completo, pois o vacilão foi tomar um chôps e dois pastel, meu!


O pai do Marco Luque foi prefeito. Por um tempo só...

Antônio da Costa Santos, ou Toninho do PT (São Paulo, 4 de março de 1952 — Campinas, 10 de setembro de 2001) foi um político brasileiro e ex-prefeito de Campinas. Ex porque perdeu o mandato na base da bala.

História pregressa[editar]

Não sei. Só sei que ele veio de Sampa, mas foi morar em Campinas, cidade que no início dos anos 2000 já era a maior putaria. Roubos, assaltos, mortes e crime organizado, além de gente que vivia sendo levada pra passear a força numa casinha bizarra. Inclusive o próprio Toninho foi vítima de um assalto também antes de virar prefeito de lá, onde ele usou isso no debate pra mostrar que ele era gentem como a gentem.

Como ele era também arquiteto, ficou famoso por restaurar um monumento velho da porra de Campinas chamado Casa Grande Entulha, o IPHAN tombou em 2011 como patrimônio histórico (ou seja, largou pras traças).

Curto mandato e pirulitação[editar]

Em seu programa eleitoreiro ele prometia dar fim aos roubadores de pirulito da cidade, pois que era uma vergonha roubar pirulito da mão de criança por lá. Além de incomodar o crime organizado de lá, que era abastecido por esses lollipops, ele também deixou muito empreiteiro com rage trigged por diminuir valores de contratos milionários pra fazer a merenda dos colégios municipais, e também ampliar o Viracopos que na época mal dava pra virar um único chope.

A puliça afirma que teoricamente o prefeito teria fechado com o carro de algum grupo aleatório de bandidos na noite de 10 de setembro de 2001, que acabaram não curtindo esse rolê e despacharam o prefeito na base da bala. Mas essa conclusão (que inclusive não levou ninguém em cana) não convenceu ninguém da família e até hoje acredita-se que a turminha do PT que mandou dar um sumiço no prefeito. Aliás, no ano seguinte, poucos meses depois, foi a vez de Celso Daniel, prefeito de Santo André, virar presunto, o que reforça a tese de extermínio de prefeitos do PT que prestavam mesmo pra alguma coisa (ou não).

Pro azar de Toninho, a imprensa brasileira esqueceu dele completamente porque no exato dia seguinte, 11 de setembro de 2001, alguns malucos jogaram aviões de papel no World Trade Center e daí meio que ninguém lembra muito do Toninho do PT até hoje.