Assistencialismo

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O principal motivo do brasileiro empobrecido ir ao banco (além de renegociar dívidas, claro).

O assistencialismo ou política assistencialista é a arte que um governante pratica quando deixa de oferecer o ensino da pescaria para simplesmente dar o peixe pescado, assado e temperado. Como todo termo com sufixo -ismo, o assistencialismo também se refere a uma doença ainda sem cura no Brasil e em outros países países em subdesenvolvimento como os latrino-americanos e os da áfrica subsaariana, cuja a cura no restante do mundo se deu por meio de prisões dos principais demagogos, coisa que não acontece nos países citados, pelo contrário.

Em outras palavras, o assistencialismo pode ser considerado o principal financiador da vagabundice já que ao invés do infeliz usar o tempo livre dele para procurar algum meio (lícito) de subsistência, vai partir para a vadiagem como a pratica de festinhas regadas a maconha e muita cerveja barata na madrugada de uma terça-feira ou participações em passeatas de centrais sindicais, movimentos sociais ou da própria CUT mesmo. Ainda sobra tempo a eles para ficar das 8h da manhã às 2h da manhã enviando putaria no zap-zap, compartilhando morte morrida de famosos imorríveis (como a morte do Amin Khader, por exemplo) no Fakebook e ainda ficar a tarde toda coçando o saco/buceta conversando merda com outros vizinhos vagabundos e ouvindo alguma música popularesca na varanda de casa.

O assistencialismo se torna uma forma bastante eficaz de campanha para reeleição quando usado em períodos eleitorais.

Do que se trata[editar]

A pratica assistencialista é uma medida ou uma série de medidas que visam agradar uma grande quantidade de pessoas sem massa encefálica e se caracteriza por ser algum tipo de ajuda financeira justificada sob algum pretexto que ninguém usaria, como por exemplo, o governo dá R$ 250,00 reais para a compra de alimentos. É óbvio que um pobre que se preze nunca gastaria 250,00 reais em comida, mas sim para comprar uma calça pra adolescente de 16 anos e que custa mais de R$ 300,00. É aí que o assistencialismo mostra sua face mais perversa.

No Brasil, o assistencialismo é baseado no número de filhos por beneficiado (a.k.a. mamador das tetas do Estado), ou seja, quanto mais filhos o(s) beneficiário(s) tiver(em), maior será o valor do benefício. Não atoa que o MC Catra recebe uma bolada do Governo Federal todo mês...

Como assistencializar[editar]

Para prestar assistência aos coitados, primeiro você teria que ser eleito para algum cargo executivo (prefeito, governador ou presidente da república).

Depois disso, você anuncia algum tipo de ajuda financeira (ideia de jerico sua ou não) a algum grupo de energúmenos por aí, de preferência àqueles que tiverem alguma relação com algum tipo de movimento antisocial no local de sua jurisdição.

  • O nome do programa deverá ter o prefixo Bolsa;
  • Você deverá incorporar a imagem do programa a você, isso para fins demagógicos e eleitorais.

Por fim, veicule uma propaganda anunciando sua medida pelos maiores veículos de massa que puder. Se for presidente, basta anunciar no comercial do Jornal Nacional ou da novela das 9 que o objetivo já estará sendo alcançado.

  • A propaganda deverá mostrar um terrão baldio, um barraco feito em madeirite e deverá contar com algum pé-rapado chamado às pressas para a gravação do merchan bolsista.
  • Para o convidado, diga a ele que o governo vai pagar 1.000 reais para que fale das coisas boas do governo, mesmo que não tenha nenhum. O dinheiro não precisará ser pago, apenas coloque o convidado no topo da lista dos beneficiados que o índice de satisfação continuará o mesmo.
  • Lembre-se sempre do ditado dito pelo grande comunicador Goebbels: Cquote1.png A propaganda é a alma do negócio! Cquote2.png

Para as dicas acima, não tenha medo de usar verbas públicas, afinal, elas servem pra isso mesmo. Além do mais, o "seu" já estará garantido no fim das contas.

Casos de sucesso[editar]

Alguns dos programas assistencialistas com maior alcance são:

(em parênteses) — Nome do programa na linguagem periférica.

Ver também[editar]