História de Portugal
A História de Portugal segundo a Desciclopédia é uma coleção de anais da Torre do Tombo que foram compilados pelos sábios da RTPi e são trazidos ao grande público pela Desciclopédia. Em breve documentário em DVD:
Portugal pré-histórico
Ugh, ugh, ugh, Ora pois... ![]()
Homo Lusitanicus sobre descobrindo o fogo
Uga, uga, uga, Ai Jisuis!! ![]()
Homo Lusitanicus sobre descobrindo a roda
Ugh, Uga, Ugh, Uga, Opá, gajo! ![]()
Homo Lusitanicus, depois de tacar fogo na roda
Poucos indícios restam do Homo lusitanicus. Uma coisa é facto, ele não era Homo sapiens, portanto, passou longe de ser Erectus. Nos diversos sítuos arqueológicos encontrados no Douro e Minho foram encontrados diversos artefatos de pedra polida lascada. O Homo lusitanicus primeiro polia as pedras depois as lascava. Ninguém entendeu esse hábito idiota.
Também foram encontradas diversas pinturas rupestres nas cavernas de Tras os Montes retratando a caça da época: bacalhau, azeite, pau-brasil e vinho do porto.
Portugal pré-romano
Na Ibérica antiga não havia diferença entre espanhol e português, eram todos quadrados da mesma maneira e falavam latim e todo mundo se entendia.A parte que viria a ser Portugal foi habitada por povos que iam sendo banidos por causa de sua burrice da Grécia, depois banidos da Prússia, depois do feudo franco e assim por diante até não terem para onde recuar e ficarem presos em sua demência no pontão da Europa.
Dizem que viviam uns celtas por lá. Deviam viver mesmo. Eram chamados de celtiberos para diferenciar dos celtas que viviam na Gália, como a região dava para o que era conhecido como Nada na época (o Oceano Atlântico) vários povos passavam pela região e se misturavam com os celtiberos, todos versões aventureiras de seu povo nativo, dispostos a se suicidar se jogando em barcos ao oceano, povos tais como os Brácaros, Coelernos, Equesos, Gróvios, Interamicos, Leunos, Luancos, Límicos, Narbasos, Nemetatos, Gigurri, Pésures, Quaquernos, Seurbos, Tamagani, Taporos, Zoelas, Turodos, os Gregos e os Fenícios-Cartagineses. Apesar de haver tanto tipo de gentílico na Península Ibérica, era todo mundo igual, falavam a mesma coisa e faziam as mesmas burradas.
Dizem que Ulisses, o herói grego, fundou Lisboa num momento em que Homero cochilava. Deve ser por isso que não aparece na Odisséia.
Portugal romano
Finalmente, os lusitanos resolveram falar latim. Como tinham um sotaque muito forte, foram estragando e estragando o latim até o transformarem numa nova língua, o tal galego-português.
A Lusitânia sempre foi periférica no Império Romano. Seu principal produto de exportação eram as piadas.
Um lusitano e um cartaginês estavam a atravessare a Via Ápia... ![]()
exemplo de humor luso-romano
Foi uma piada de lusitanos que causou o incêndio de Roma, quando o Imperador Nero jogou uma lamparina de óleo de baleia em cima de um comediante lusitano. As chamas irromperam no palácio e se propagaram consumindo a cidade.
Desde então por édito imperial os lusitanos seriam temas de piadas em todo Império. Exceto na Gália onde continuariam a fazer piadas com os belgas. Historiadores afirmam que esse édito romano ainda é válido no Brasil.
Portugal visigótico
O povo que invadiu a Lusitânia no Império Romano foram os visigodos, os godos do leste, já que os Ostrogodos, os godos do oeste, foram para a Itália, invertendo os papeis, já que os visigodos então ficaram a Oeste dos godos do leste... onde eu estava mesmo?
Ah, sim! Atacada por todos os lados, pelos vândalos e pelos visigodos, a Lusitânia teve de aderir ao movimento no século V. Chefiados por homens ricos (Gunderico e Alarico), os invasores bárbaros encontraram um ótimo lugar para tocar suas criações de ovelhas. Alarico gostou tanto do local que resolveu naturalizar-se lusitano.
Os bárbaros ficaram um bom tempo fazendo festa na península. Estavam totalmente adaptados ao local, ao clima mediterrâneo, aos vinhos, azeitonas, às piadinhas de portugueses. Os visigodos foram a pedra principal da construção de Portugal.Nas Espanhas os visigodos fundaram um glorioso reino que reergueu as púrpuras rasgadas porém sublimes dos Césares. Os visigodos brigaram e beberam muito vestidos de romanos. Brigaram, beberam, brigaram, beberam, brigaram, beberam e deram a rabeta... foi uma decadência total...
Foi ai que os Muçulmanos invadiram por baixo a Hispânia e deram uma surra nos visigodos conquistando o reino. Os visigodos e romanos fugiram para o norte para as Astúrias e Galícia onde fizeram a resistência... mas ai já era tarde...
Portugal árabe
Após a bebedeira e ressaca do invasores bárbaros, ficou muito fácil para os mouros e berberes conquistarem o sul de Portugal, afinal sul de bêbado não tem dono. Depois partiram para o norte e completaram o domínio. Devido a esta colonização, os portugueses pegaram um pouco da arte do comércio dos árabes. Por sua vez, os árabes pegaram um pouco da burrice dicção enrolada, ora pois.
Os árabes finalmente foram detidos na batalha pelas Astúrias, onde os cristãos se refugiaram no País Basco com o ETA. Os árabes tentaram invadir a França, mas estavam cansados e levaram uma surra do pai do Carlos Magno.
A cultura árabe se uniu à cultura luso-portuguesa, formando algo nunca visto antes. Quibes de bacalhau e esfihas com chouriço chegaram ao mercado mundial depois deste choque cultural. O idioma da região também ficou modificado. Quando antes era dito ora pois, em pouco tempo de domínio árabe tornou-se ora bois. Os árabes proporcionaram uma grande evolução tecnológica. Eles levaram seu conhecimento de artesanato e ferramentas úteis como descamador de bacalhaus e abridor de garrafas de vinho.Os árabes também foram importantes para a formação histórica. A principal contribuição dos califas árabes na História de Portugal foi acrescentar todas as palavras em AL na língua portuguesa. De todos os líderes miliates e culinários do Portugal árabe ficaram famosos:
- Sheik Al-phaci (741-785)
- Emir Al-Kaxofra (811-825)
- Grão-Vizir Al-Kaparrah (855-888)
- Vizir Al-Mondhega (978-1001)
- Califa Al-Pizthi (1085-1096)
Outros avanços foram a Álgebra, os azulejos e outras coisas avançadíssimas e cientificíssimas, nem sempre de comer. A época do Portugal árabe foi muito rica culturalmente. Porém deixou marcas profundas de essentimento cruzado. Os lusitanos nunca esqueceram o insulto e juraram pegar os árabes onde quer que fossem. Séculos mais tarde, eles foram a desforra no Marrocos... e indo mais longe, pegaram os árabes de pau na própria Arábia, em Áden, Ormuz, Shiraz, Quatar...
A Dinastia de Borgonha
Nessa brincadeira, ajudou o rei de Castela a conquistar a Galícia. Como recompensa, ganhou ao sul cidade do Porto e fundou o Condado Portucalense... Corrompendo um pouco a língua, eis Portugal. O rei castelhano também não foi nada burro, e deu pro Henricão justamente as terras fronteiriças com os mouros, que eram muito enjoados, só para fazer birra com o Conde da Galícia, que estava a fim de papar umas terras mouras para si, já que a moda era atacar mouros. Veja, leitor, que Portugal seria a Galícia, se os castelhanos não estivesse com dor de cotovelo com os galegos.
Essa época foi conhecida como Afonsina, pois não estava havendo criatividade para batizar os portugueses, pois tudo quanto é nome que se imaginava soava galego ou ridículo, com exceção de Afonso, então todos os portugueses se chamavam de Afonso nessa época, os reis portugueses durante a Dinastia de Borgonha foram Afonso I, Afonso II, Afonso III, Afonso IV, Afonso V, Afonso VI, Afonso VII, Afonso VIII, Afonso XIX, Afonso XV, Afonso AAAAAA. Apenas séculos depois os portugueses descobriram Joaquim e Manoel.
Durante este reinado os vários Afonsos, além de tentar revolucionar a língua portuguesa, tentaram de todas as maneiras de um condado do tamanho de um quintal tentar expandir seus territórios por toda Ibéria (esforço inútil). Finalmente pensaram em se dedicar ao mar. Porém os reis da Dinastia de Borgonha enjoavam notorialmente, o que ficou a cargo da Dinastia de Avis logo em seguida.
Alguns árabes nessa época já enchiam o saco dos portugueses, mas nada importante ainda. Finalmente D. Afonso n (seja n um número qualquer entre 1 a 6) venceu os mouros, que foram perturbar os espanhóis, que naquela época se chamavam de castelhanos. Portugal atingiu sua unidade territorial. Atacar os castelhanos era encardido, quando muito se viraram quando eram atacados por eles... Como Portugal faria seu Império??? Que tal começar com Ceuta no Marrocos???
A dinastia de Borgonha terminou de maneira melancólica e revolucionária. Depois de D. Pedro I e do romântico episódio de Inês de Castro veio D. Fernando I que não sabia se ficava rei ou não. Por fim, casou-se com Leonor Telles, que era divorciada... ou melhor, dizia que era, porque não havia divórcio no Portugal medieval. Para piorar, D. Fernando renunciou e retomou a coroa uns par de vezes, foi uma zona. E ele não gostava dos portugueses, tanto que deixou o rei de Castela, que era um pedaço da Espanha, invadir o reino só para deixar os lusos se fuderem.
A Dinastia de Avis
Finalmente D. Fernando morreu de vez. Leonor Telles correu para dizer que era rainha, mas a população se revoltou. O rei de Castela apoiou Leonor. O povo então aclamou o filho bastardo de D. Pedro, João, o Mestre de Avis.O povo rapidamente praticou um esporte que atingiu seu auge na Revolução Francesa, nobre assado ao molho de parapeito de castelo. Invadiram revoltados todos os castelos da nobreza que apoiava Leonor e quando não os queimavam, tacavam-los pelo parapeito do palácio. Para variar houve uma guerra com a Espanha Castela. Sempre assim.
D. João I era um dono de granja do Algarve que assumiu o trono da morte de D. Fernando I. Sendo granjeiro, fundou a dinastia de Avis.
Naquela época, o neto de D. João, o infante D. Henrique, fundou a Escola de Sagres de navegação, o primeiro wiki-projeto em Portugal. Conforme cada navegador ia se aventurando mais e mais para o sul da mama África, eles apertavam o botão editar na página do artigo África e atualizavam tudo.
Os portugueses foram descendo, descendo, descendo a costa da África, trazendo ouro, marfim, âmbar, berimbau, babalorixás, axe music, penteado tererê e demais artigos afro. E foram ficando ricos... ai veio a pergunta... já que estamos aqui no Guiné Bissau, tão longe, por que não chegar até as Índias de uma vez???
E por que não chegar ao Brasil logo??? Afina, na Europa estavam loucos por ver um pau vermelho!!!
As Grandes Navegações começaram quando o povo árabe se irritou e resolveu assaltar e saquear qualquer estrangeiro que cruzasse o Oriente Médio, os europeus que gostavam de visitar a China e a Índia contavam com apenas três possibilidades de rotas (todas ruins): A primeira possibilidade era atravessar a Russia inteira, algo ninguém fez até hoje, descer a sul quando atingir a Mongólia e escalar as 274 montanhas altíssimas e traiçoeiras do Himalaia. A segunda possibilidade de rota era atravessar o Deserto do Saara, o Deserto Árabe e mais uns 4 desertos. A terceira possibilidade era pegar carona com navios caindo aos pedaços de Portugal e navegar durante dez anos e nunca mais voltar.
Nessa época, Camões, o poeta caolho e tarado conseguiu definir as feições do português moderno, que mais tarde evoluiu na perfeição da língua brasileira, já que os portugueses começaram a falar o QUE fechado demais.
Nessas viagens Portugal descobriu uma pancada de ilhas inúteis e rochedos no mar, registraram Ilha da Madeira, Açores, Ilhas do Canal, Canárias, Madagascar, Bouvet e várias outras. Muitas dessas ilhas viriam a ser roubadas por outros países pois a administração portuguesa é historicamente péssima.
Durante a época das Grandes Navegações instrumentos de ponta de navegação foram desenvolvidos como a bússola que sempre aponta para o norte e o astrolábio que aprecia o alinhamento das estrelas.
Camões por sua vez gostava de navegar para escrever abobrinhas e coisas que sua mente maluca e bêbada alucinavam. Defendeu até o último minuto de sua vida que viu Poseidon, Serpentes Gigantes, sereias, cachoeiras infinitas e muita coisa sem noção.
Pedro Álvares Cabral nem foi um navegador de destaque, era apenas um pescador de Açores, estava em um dia de trabalho quando uma tempestade pegou ele de surpresa, depois de anos perdido no mar descobriu uma terra onde havia mulheres peladas e a saqueação poderia rolar livre. Quando voltou para Portugal decidiu espalhar a fofoca.
O Sumiço de D. Sebastião
João Gordo sobre D. Sebastião
D. Sebastião morreu degolado em praça pública árabe D. Sebastião desapareceu misteriosamente, ninguém viu, niguém sabe. Aquela seria a primeira de tantas vezes que os líderes portugueses covardes abandonariam seu povo à morte em momentos críticos.
O povão português, alienado da maneira que sempre foi, acreditava ferrenhamente que o fantasma de D. Sebastião regressaria milagrosamente e expulsaria os árabes da Ibérica, evidente que essa ilusão nunca aconteceu.
Especulações de historiadores renomados pelo mundo reacende o destino de D. Sebastião, alguns afirmam em relatos comprovados que D. Sebastião desistiu de seu país, que era um derrotado e foi tirar férias em Santa Helena à sombra de coqueiros e regado à água fresca.
Portugal espanhol - parte I
Com a união de Portugal e Espanha o Tratado de Tordesilhas foi revogado, o que gerou uma migração em massa de brasileiros para o lado de lá da linha, já que o lado português era muito apertado, e o espanhol bem mais espaçoso.
A Dinastia de Bragança - parte I
Portugal ia mal com a Espanha, ficou pior ainda sem ela. Para não ter de privatizar o Brasil, teve de pedir dinheiro emprestado da Inglaterra. Mas os lusitanos são um povo sortudo. A descoberta de minas de diamante e ouro no Brasil salvou as contas. Começou uma idade de crédito farto e fácil em Portugal, onde ficou famoso o reinado de D. João V, a cópia paraguaia do Luis XVI da França, onde o rei passava cheques em branco em nome das Minas Gerais.
No mais, a Espanha idiotamente doou sua metade inútil da América do Sul para Portugal formando o resto do Brasil, já que estava tudo estragado com a infestação de brasileiros, que desde os tempos da colônia eram piores que mosquitos.
Porém a reação não tardou. Um terremoto destruiu Lisboa em 1755. Para piorar, houve um atentado contra a vida do rei, onde Harvey Lee Oswald, o Marquês de Távora, disparou uns tiros na carruagem do rei. D. José, danadinho, que já escapou do terremoto, escapou do atentado. Como vingança, Pombal agiu com mão de ferro. Dentre seus muitos feitos, conseguiu a expulsão dos Jesuítas do Brasil e trocou el Uruguai por un caballo o Uruguai pelo pedaço que faltava do Rio Grande do Sul (realmente, mais valia o cavalo!!!).
Mas morreu D. José; Pombal foi demitido com a ascensão de D. Maria, a louca. O ouro do Brasil estava acabando, os Estados Unidos ficaram independentes enchendo de merda a cabeça dos colonos, a Inconfidência Mineira explodiu e para piorar a França veio com uma tal de Revolução Francesa, com um péssimo hábito de cortar a cabeça do rei. A rainha enlouqueceu de vez e D. João VI, primo de segundo grau de si mesmo, ascendeu ao trono. Foi então que tudo mudou...
A Fuga para o Brasil
Quando Napoleão Bonaparte escreveu para o príncipe regente D. João VI Tout ton base sont appartenir a nous pegou geral no reino. Quase que literalmente a frase "Com uma mão na frente e a outra atrás" foi a que mais bem representou a vinda dos Tugas ao Brasil, mas aqueles que não chegaram atrasados na partida portuguesa puderam ver a "mão de trás".
Para poder ter assento no Congresso de Viena que iria arrumar a Europa depois das guerras napoleônicas, D. João declarou o Brasil como Reino Unido, e oficializou que a capital lusitana era o Rio de Janeiro, e a dança nacional passaria a ser o samba, não o fado.
Há uma antiga maldição em Portugal que condena todo português a mais cedo ou mais tarde ir para o Brasil e preferir ficar lá (exceto os dentistas, que fazem o caminho inverso). Não é que D. João VI, danado, não queria mais voltar para as terras lusitanas ?Explodiu em 1820 a Revolução Constitucionalista do Porto que obrigou o rei a voltar senão seria deposto. Voltou. Porém os portugueses queriam recolonizar o Brasil, o que gerou uma insatisfação desgraçada nas terras tupinambás.
Em 1822 a vaca foi para o brejo de vez com a Independência do Brasil e a derrota das últimas forças lusitanas no Brasil. O reino vampiro de Portugal tinha que se virar com as colônias perdidas na África.
A Dinastia de Bragança-Saxe - parte II
D. João VI morre envenenado por laranjas, provavelmente por artes de Carlota Joaquina. O rei de Portugal seria D. Pedro IV, que era D. Pedro I do Brasil, o que seria estranho em qualquer país que não o Canadá (afinal, o Canadá embora independente obedece a rainha da Inglaterra!). Fodeu de vez.
D. Pedro então renuncia ao trono lusitano em nome da filha, D. Maria II. Maria deveria casar com o irmão de D. Pedro, D. Miguel I. Mas o desgraçado toma o poder da sobrinha e se decreta rei sozinho. Em paralelo, a situação no Brasil piora e D. Pedro é enxotado do cargo imperial. Volta para Portugal e depois de uma guerra civil depõe o irmão e instaura a filha no trono. Sem muitos nobres disponíveis, ela se casa com D. Fernando II, Duque de Saxe.Não aconteceu nada mais de importante mais em Portugal, exceto os textos explosivos de Antero de Quental e Eça de Queirós.
Em 1898 Portugal tem uma crise diplomática com a Inglaterra, já que resolveram unir Angola e Moçambique, que respectivamente estavam lá e cá da África. A Inglaterra colocou o pau na mesa, já que iria passar por cima de suas colônias da Tanzânia e a Lusitânia recuou.
Isso gerou muita insatisfação contra o rei D. Carlos I, que levou alguns tiros republicanos. Como não era ninja como D. José I, ele não escapou e morreu. A situação da monarquia degenerava mais e mais. Finalmente, o rei D. Manuel II enfrentou uma rebelião que o obrigou a renunciar.
A Primeira República
D. Carlos I
Ô paneleiros, mataram meu irmão! ![]()
D. Manuel II sobre República Portuguesa
A primeira república foi meio zoada, assim, ninguém sabia muito o que fazer e tinham vergonha de perguntar para os brasileiros como se fazia uma República (não que os brasileiros soubessem muito, mais eram os únicos que falavam português). O governo ficou perdido até que um golpe em 1933 o derrubou. Afinal, os republicanos lusitanos só queria derrubar o rei, não fundar uma República!
Porém um facto de grande importância geopolítica e espiritual, Nossa Senhora surgiu em Fátima e mandou três mensagem para a humanidade. A primeira era contra os comunistas. A segunda reforçava a primeira. A terceira era segredo, mas foi contada logo depois, que era quando João Paulo II iria levar uns pipocos por um muçulmano a mando dos comunistas. Bem, ninguém deu ouvidos à mensagem de Fátima ai deu no que deu, especialmente no Brasil...
A Ditadura
O Partido Nazista Português liderado por Salazar implantou uma selvagem ditadura em Portugal cujo lema era Orgulhosamente Sós que durou até 1974.
Os nazistas portugueses, contudo, não se aliaram aos alemães na Segunda Guerra Mundial. Os partidos se dividiram em discussões sobre o uso da câmara de gás. Enquanto os alemães asfixiavam as vítimas, os nazistas portugueses matavam um de cada vez, tacando o botijão de gás na cabeça um a um. Hitler sempre achou om método com pouco rendimento e rompeu com Portugal.
A ditadura lusitana isolou o pais. Enquanto a França, Inglaterra e outros países se livraram do peso morto das colônias da África, Portugal se aferrava mais ainda a elas, gastando uma fortuna para manter suas possessões colonias da época de D. Manuel I.
O ápice máximo do governo de Salazar foi em 1966 com a vitória de Portugal sobre o Brasil nas quartas de final da copa, considerado por muitos A vingança de 1822.
A Revolução dos Cravos
Em 1974, depois que a Laranja Mecânica era fragorosamente derrotada pela Alemanha, uma revolta começada por Estudantes de Floricultura, o Sindicato dos vendedores de especiarias e a Sociedade Portuguesa dos Afinadores de Pianos, Xilofones e Cravos derrubou a ditadura e redemocratizou o país.Angola e Moçambique foram declarados independentes. Para quê! Angola entrou numa guerra civil e é governada até hoje por um ditador. Moçambique está tão na merda que faz a Bolívia parecer o primeiro mundo. E ninguém se lembra nem de Guiné Bissau nem de São Tomé e Príncipe...
A Segunda República
A entrada na União Européia ou "Portugal espanhol - parte II"
Quando Portugal entrou na União Européia junto da República Checa e outros países de igual má fama, a coisa começou a melhorar para os lusitanos. A invasão do dinheiro espanhol e o Euro que substituiu os escudos provocou uma onda de prosperidade no país.
Finalmente os brasileiros deram o troco numa migração em massa para a colonização de Portugal, especialmente de dentistas, o que sem dúvida alguma é uma vingança póstuma do mártir odontológico Tiradentes.
A volta de D. Sebastião
Suas principais medidas foram a recriação do Império colonial português. Com sua tropa de demônios trazidos do Além, conseguiu um programa amplo de retomada dos velhos bastiões lusitanos da época das Grandes Navegações.
- Invasão do Brasil e reanexação à Coroa Portuguesa. Os brasileiros desde já ficavam obrigados a pagar o quinto (20%) para Portugal. O que foi muito festejado, já que o Imposto de Renda no Brasil é de 27,5%
- Invasão e anexação da Espanha, como revanche.
- Invasão de Acácer-Quibir e anexação de Ceuta do Marrocos, haviam alguns assuntos pessoais a resolver por lá
- Invasão e reanexação da Província Cisplatina
- Invasão e reanexação de Ormuz na Arábia Saudita (ou seria no Irão???)
- Invasão e reanexação de Nagasaki no Japão
- Invasão e reanexação de Ormuz na Arábia Saudita
- Invasão e reanexação de Goa na Índia
- Invasão e reanexação de Macau na China
- Invasão e reanexação de Timor Leste na Indonédia
- Invasão e reanexação de Moluca na Indonédia
- Invasão e reanexação de Angola, Guiné Bissau e Moçambique
Por último e mais importante, a Conquista da Copa do Mundo de 2082!!! D. Sebastião tornado imortal governou Portugal por todo sempre, até o Apocalipse, onde passou a coroa para Jesus Cristo e foi viver no Paraíso.
