Medida Provisória 664

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Night creature.JPG Medida Provisória 664 surgiu das trevas!!

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Hammer and sickle.png Este artigo foi aprovado pelo Conselho de Proteção à Moral da Família Soviética como sendo livre de conteúdo subversivo.
Proletariado do Brasil, esta é a rosca de vocês após a vigência da medida provisória 664

A Medida Provisória 664 é uma medida provisória, óbvio, lançada no fim de 2014, depois que a Dilma venceu as eleições, de caráter previdenciário. O autor deste artigo corre um seríssimo risco de ser preso ou morrer. E por que uma medida provisória ordinária merece um artigo no site? Pela simples razão da ironia de a medida provisória que fode com os trabalhadores ter sido lançada logo pelo Partido dos Trabalhadores, algo que fica um pouco menos odiável e mais divertido para ser transformado em artigo. Por poucos dias o decreto não se chamou Medida Provisória 666. Esta medida provisória entrou em vigor aos pouquinhos, lentamente, pra não arrombar muito o cu do trabalhador, mas a diminuição do estrago não foi notável. Mas, e o que é uma medida provisória afinal? Uma medida provisória é uma espécie mocoronga de lei que o presidente da república lança sem mais nem menos, sem passar pelo legislativo, e que normalmente é em caráter de urgência. Para a urgência desta medida, levou-se em conta que era necessário rapidamente comer a bundinha do povo antes de terminar o ano, depois o povo esquece mesmo na virada de ano, muito espumante e cerveja na cabeça, ainda tem o carnaval, etc. Em complemento com a Medida Provisória 664 surgiu também a Medida Provisória 665, que é tipo uma segunda piroca no lombo do trabalhador brasileiro, esta ainda mais divertida. Até o Paulinho da Força falou mal destas medidas. Até o Paulinho da Força!

Mudanças[editar]

Esta MP é conhecida no meio popular como "Lei do Retrocesso Previdenciário", porém, ferrou mais a vida das pensionistas putinhas. Esta medida provisória fez umas mudanças bem loucas na legislação previdenciária. Algumas mudanças mais significativas desta medida provisória tratam da pensão por morte e auxílio-doença.

Pensões por morte[editar]

Acabou a mamata, novinha!
  • Carência das pensões: Por exemplo, para a possível viúva conseguir uma pensão, apenas precisaria casar com alguém já com o pé na cova, rico ou fodido, bastando que este futuro falecido tivesse pagado um mês de contribuição antes de vestir o cobertor de mármore. Depois que a MP entrou em vigor, agora a pretendente a viúva precisa esperar dois anos de contribuições. Aí é mais fácil arranjar um emprego mesmo. Ponto pra Dilma que conseguirá uma nova trabalhadora. No entanto, esta carência não afeta o segurado aposentado por invalidez e o segurado que recebia auxílio-doença antes da morte, então se juntar com um cadeirante ainda está válido (=.
  • Tempo de união: Antes da MP, podia uma garota bonita arranjar um caso com um milionário com um mês de vida que, após sua morte, conseguiria uma pensão boa. Não sei se acontece isso, é só um exemplo. Agora, com a MP em vigor, essa mulher terá de ficar no mínimo dois anos com uma pessoa pra poder colher os louros do benefício. Agora a xereca não tá valendo tanto, né?
  • Regra do assassinato: Com a nova medida, se o beneficiário matou o segurado, não ganha a pensão por morte. Inovação útil que esta medida proporcionou, quem inventou merece um prêmio do Capitão Óbvio.
  • Duração do benefício: Antes era eterno, até a morte de todos os segurados. Podia a garota ter dezoito aninhos, encontrar a sorte grande em forma de um velho e viver de pensão para sempre. Agora, essas vadiazinhas perderam a boquinha. Acabando a pensão, terão de trabalhar. Antes da medida, o valor ganho era tudo que podia ganhar. Com a medida, recebe metade, acrescido de 10% para cada dependente (viúva e filhos), até o limite de 100%, para evitar mães nordestinas ganhar aos milhões. Viver só viajando com a pensão ficou mais difícil. Claro que também afeta umas velhas corocas também mas com menor ofensa. A medida também inovou na legislação ao inserir lógica matemática e estatística. É preciso realizar um cálculo de sobrevida. Este cálculo é tão bom que merece artigo próprio: "tabela de expectativa de sobrevida para fins previdenciários".

Auxílio-doença[editar]

  • Regra dos encostados: Aquelas pessoas que se machucam e ficam encostadas em casa, algumas caem de motos, outras machucam o pulso batendo punheta, recebiam quinze dias da empresa e depois o governo dava o resto, até que virasse um auxílio-acidente. Agora, a empresa tem de arcar com trinta dias iniciais. Esta é a Dilma ajudando os empresários do Brasil.
  • Valor do auxílio: Antes o auxílio-doença representava 91% do salário de benefício, um número totalmente quebrado. Agora a conta do auxílio-doença já é feita de um jeito mais fácil: Multiplica-se a soma dos salários do ano dividido pela quantidade de meses que o empregado trabalhou, insere 10% do garçom, divide pela mediana, agora soma com o total das contribuições do ano anterior ao afastamento, dividindo pelo número de meses usados para o cálculo, mas se este valor ultrapassar a média aritmética dos últimos doze meses, a conta deve ser refeita.