Mercado Negro

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Mercado Negro em dia de grande atividade. Os produtos à mostra na estante da direita podem ser drogas

Cquote1.png Se você acordou numa Banheira Sem Um Rim Procure-o no Mercado Negro. Cquote2.png
Anônimo sobre Mercado Negro
Um Mercado Negro é aquele cujas paredes, teto e piso são todos pintados de preto. Normalmente, só funcionam à noite e não possuem iluminação. É muito utilizado por cegos que buscam preços mais razoáveis para os produtos que necessitam adquirir. Como normalmente comercializam produtos pirateados, roubados e/ou contrabandeados, levam sobre os mercados normais a vantagem de não poderem ser fiscalizados, já que a polícia não consegue enxergar o que está sendo exposto.

Origem[editar]

Como tudo o que conhecemos, o Mercado Negro surgiu na Grécia Antiga, depois que um grupo de antifilósofos havia sido preso por heterossexualidade pela Polícia da Moralidade. Eles experimentavam um carregamento de escravas recém-chegadas da África na feira livre, o que era, além de ofensivo aos rígidos padrões morais da sociedade grega da época, considerado crime.

Cquote1.png O homem que for pego tendo relações sexuais com uma mulher será preso por 24 meses ou até engatar a ré por vontade própria, o que vier primeiro. A pena poderá ser reduzida caso a mulher tenha sido penetrada pelo ânus, que é afinal o único orifício reservado ao pênis. Cquote2.png
Artigo XXIV do Código Penal Grego

Depois de dois anos, quando saíram da cadeia (tendo mantido íntegras todas as suas pregas), os antifilósofos resolveram criar uma outra forma de venda que fosse mais segura. Assim, adquiriram um grande galpão sem janelas, pintado de preto, e aproveitaram a escuridão para ali testarem as escravas sem serem incomodados. Nasciam então, ao mesmo tempo, o mercado negro e a primeira casa de Swing da história.

Mudança de rumo[editar]

Mercado Negro no Rio de Janeiro (cidade) sendo invadido por oficiais do BOPE
Com o passar do tempo e a generalização da putaria, outros locais que ofereciam sexo selvagem e sujo foram sendo criados, de forma que o Mercado Negro foi caindo em desuso. A diversificação profissional deu origem às putas, o que revolucionou o mercado das escravas sexuais - não era mais necessário comprá-las, agora era possível alugá-las! Além disso, quando a grande civilização ocidental judaico-cristã determinou que praticar a filosofia era crime e que cobra com aranha é que era o certo (desde que para fins reprodutivos), o mercado negro perdeu sua razão de ser e os homossexuais é que tiveram que se esconder em lugares como seminários e colônias de férias.

Assim, contrabandistas aproveitaram o espaço deixado vago para comercializarem seus produtos ilegais e clandestinos sem serem incomodados pela polícia e sem precisar pagar propina. Com o aumento da produção de eletrônicos descartáveis, cigarros e whisky genérico, foram erguidos verdadeiros shoppings negros, onde se pode encontrar todo tipo de produto.

A corrupção polícial e as altas taxas de importação, conhecidas como o jeitinho brasileiro, permitiram que esse tipo de comércio crescesse forte e saudável, falsamente combatido pelas autoridades. O país é exemplo de modernidade no que se refere a mercados negros: as ruas 25 de Março, em São Paulo, e Uruguaiana, no Rio, são dois exemplos de ruas inteiras negras, mas iluminadas até pela luz do sol. Enquanto isso, em outros países, o comércio nos mercados negros é reprimido duramente, tendo como único resultado o aumento do desemprego. Por isso, é motivo de se orgulhar o modo como a venda de produtos contrabandeados e pirateados é tratada no Brasil.