Raúl Padilla

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Dark-Art-Grim Reaper 01DesktopNexus.jpg Raúl Padilla já morreu!

Não era corredor, mas esticou as canelas!

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Raúl Chato Padilla
JaiminhoCarteiro.jpg
Tangamandapiano Honorário
Nascimento 17 de junho de 1918
Monterrey, Tangamandápio
Nacionalidade Mexicana, Bandeira do México México

Cquote1.png Você quis dizer: Jaiminho, o Carteiro Cquote2.png
Google sobre Raúl Padilla

Raúl Padilla foi um ator que muito por acaso tornou-se humorista. Ele entrou no seriado Chaves em 1969 para substituir Carlos Villagrán e Ramón Valdés, que haviam abandonado o programa graças à arrogância de Roberto Gómez Bolaños. Mas seu personagem Jaiminho era tão medíocre que sua participação nem teria feito diferença.

Indo além[editar]

Padilla relembrando a vida de merda que teve.

Padilla nasceu na pequena e insignificante cidade de Tangamandápio (não, não estamos confundindo com o Jaiminho, por incrível que pareça esse lugar existe mesmo e ele também nasceu lá) em um tempo tão remoto que ainda nem existia televisão ou qualquer outro meio de comunicação com o qual fosse possível sustentar o emprego de ator, por isso foi obrigado a iniciar a carreira artística no teatro. Mesmo assim, ele começou a trabalhar tarde e só conseguiu seu primeiro papel nos anos 60 quando já era quase um cinquentão.

O que a Maria do Bairro tem a ver? Bom, o filho dele trabalhou nessa novela.

Como Tangamandápio é desconhecida até mesmo pelos mexicanos, toda vez que Padilla buscava uma chance de trabalho, seus chefes riam da cara dele e lhe diziam não quando ouviam o nome de sua cidade natal, pensando que era alguma piada. O único que se prestou a empregá-lo foi Bolaños em um ato de desespero para recuperar a audiência decadente do Chespirito devido à saída do Kiko e do Seu Madruga, dois dos personagens mais adorados do programa. Assim, Padilla passou a interpretar Jaiminho, o Carteiro. De tão sem graça, o comediante recebeu o apelido de Chato (que coincidentemente começa com CH, as letras favoritas de Bolaños) e abandonou o elenco porque Valdés aceitou voltar a interpretar o Seu Madruga após as súplicas desesperadas de Bolaños (e também porque ele já ia morrer de câncer mesmo).

Nos anos 80, após a morte de Valdés, Padilla é novamente chamado para substituí-lo, mas desta vez o tangamandapiano arma uma pequena vingança contra seus colegas e destrói a própria casa, alegando ter sido vítima de um terremoto e solicitando ajuda financeira dos mesmos, que caem feito trouxas e lhe dão dinheiro.

Mas como a vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena, Padilla morreu em 1994.