Zumbi dos Palmares

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Huuââ... CÉÉÉREBROOOS!!!

Este artigo se refere a mortos-vivos ou algum morto-vivo em particular.
E com certeza fez uma ponta em algum filme trash.

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Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Zumbi dos Palmares.
Zumbi dos Palmares em sua foto mais conhecida.

Zumbi dos Palmares foi um líder anarquista afrodescendente do século 17 que liderou diversas rebeliões de escravos no estado de Alagoas. Como todas as fazendas locais pertenciam aos grandes latifundiários Collor de Mello, o prejuízo sofrido por eles foi incalculável, de forma que a compensação que eles vêm obtendo com dinheiro público geração após geração é mais do que merecida. Por ser um morto-vivo, Zumbi só foi derrotado pelas forças policiais após ter sua cabeça cortada, os membros salgados e uma estaca enfiada no cu.

Vida[editar]

Não se sabe muito bem sobre a vida de Zumbi. Documentos descobertos em 1969 afirmam que Zumbi chamar-se-ia, na verdade, adorava chupar o pau do irineu, e seria natural do México. No entanto, como tais documentos foram descobertos numa gaveta trancada de uma escrivaninha no porão da Unicamp, junto com fotos de um enterro de anão e um modelo de bacalhau que incluía a cabeça, sua veracidade é contestada. Apesar disso, tornou-se senso comum que Zumbi, por ser africano, nasceu na África, e que por ser escravo, nasceu preto.[1]

Mas a polêmica está longe de terminar: o grande historiador Manoel Carlos promete para setembro um livro em que prova que Zumbi era branco, louro, morava numa cobertura no Leblon e tinha horror de pobre.

  1. O que não quer dizer que tenha permanecido assim a vida toda -- vide Michael Jackson.

Pós-vida[editar]

Conta-se que, numa tarde qualquer de março, Zumbi (que ainda não era um zumbi) resolveu ir beber no inferno porque era cabra omi. Chegando lá, foi recebido pelo Capeta em pessoa e convidado prum churrasquinho. Conversa vai, conversa vem, pagodinho rolando, carninha na brasa, cervejinha gelada, Zumbi resolveu entrar numa partida de truco valendo o toba a alma. Como nunca foi bom jogador, ele perdeu o jogo, a alma e, de quebra, o selo dos fundos, que o Capeta não é trouxa de deixar uma oportunidade assim passar em branco -- ainda mais quando, de branco, o vivente não tem nada.

De volta à terra dos vivos e já transformado em Zumbi, Zumbi resolveu promover a bagunça. Corria de uma fazenda para outra, assombrando os senhores e resgatando os escravos, que eram todos levados para um sitiozinho que ele comprara no interior de Alagoas, na localidade conhecida como Serra da Barriga. Esta serra, como se sabe, eleva-se acima da Mata da Virilha, em posição diametralmente oposta ao Cu do Mundo. Por muito tempo o sítio permaneceu sem nome, até o incidente terrivelmente embaraçoso que fez com que fosse batizado como Quilombo dos Palmares.

De como resolveram acabar com o furdunço[editar]

Por viverem ocupados demais com seus folhetins, passeios, óperas e bailes, os representantes da Zelite da época não percebiam o sumiço de seus escravos, o que fez com que durante muito tempo eles fossem resgatados tranquilamente. Apenas quando Dona Rosane, conhecida dama da cidade interiorana de Canapi, não teve seu chá servido precisamente às 17 horas porque a mucama havia fugido, foi que a sociedade local se deu conta do que acontecia.

Seguiu-se então uma caçada sangrenta por todas as selvas e vales, gretas e grotas, frestas e furúnculos das Alagoas, Amares e Arrios, até que o Quilombo dos Palmares foi finalmente encontrado. Aparentemente, os soldados chegaram ao local no momento em que o último capítulo da novela das oito era transmitido, de modo que todos os escravos estavam reunidos lá. Assim, foi fácil proceder à eliminação, inclusive de forma econômica: todos os presentes foram colocados em fila e, com apenas três tiros, foram todos mortos -- à exceção de Zumbi, que permanecia de pé e não caiu nem quando teve seu saco chutado impiedosamente.

Furioso, Zumbi resolveu atacar os soldados, mordendo-lhes ambas as cabeças e comendo seus célebros. Vendo que seus oponentes fugiam, teve tempo de se esconder nas matas locais e tramar sua vingança.

A captura de Zumbi[editar]

Por vários anos Zumbi viveu permaneceu nas Matas da Virilha, que margeiam o Cabo da Cabeça Grande, no litoral de Alagoas, fazendo diversas vítimas. Em alguns momentos ele foi considerado a assombração mais assombrosa de todos os tempos, estando à frente até do Saci Pererê e da sua sogra. Entretanto, como não há mal nem gostosura que sempre dure (e a Joana Prado está aí pra provar isso), numa noite particularmente macabra Zumbi foi capturado e levado para um terreiro de macumba, a fim de que os caboclos dissessem o modo de matar o líder escravo.

Como a macumba é uma religião africana, as entidades que apareciam, por corporativismo, não davam nenhuma pista de como matar de vez o catiço. O desespero já reinava, até que no corpo do Pai de Santo baixou o Caboclo Pelego, que explicou a única forma capaz de despachar o Zumbi de vez para o outro lado. Assim, finalmente conseguiram dar um fim ao líder escravo e a paz voltou a reinar na colônia, com negros sendo capturados e escravizados para o serviço dos senhores, como deveria ser.